Adeus, LILO: o clássico gerenciador de boot vai deixar de ser desenvolvido

Quando eu comecei a usar Linux, na metade da década de 1990, o LILO não era a única opção, mas certamente era a mais popular, e provavelmente a mais acessível, embora ainda suficientemente complexo para me dar um susto ou outro ao longo dos anos – e agora ele vai deixar de ser uma opção.

A última versão saiu no ano passado, e desde então há pouquíssima movimentação nas listas de e-mail associadas. Não faltam motivos pra isso: os esquemas de particionamento, sistemas de arquivo e outros elementos que interferem na operação de boot não pararam de evoluir, e outras alternativas posteriores como o GRUB acabaram atraindo a atenção de usuários, distribuidores e desenvolvedores.

A não ser que surja outro interessado em mantê-lo, o desenvolvimento deve cessar em dezembro. O único motivo (fora o saudosismo) que eu vejo para o eventual interesse de alguém em investir esforço nisso seria manter a disponibilidade de um gerenciador de boot com licença isenta das restrições presentes na do GRUB, mas mesmo assim acho improvável.

 

Fonte: Br Linux

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